Concurso irá eleger logomarca para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

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A Seção de Imprensa, Educação e Cultura e o Escritório de Coordenação Olímpica da Missão Diplomática Americana no Brasil estão organizando um concurso para eleger a logomarca que a Missão utilizará durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

Alunos de todos os Centros Binacionais estão convidados  a participar do processo de seleção com suas criações, que devem unir os valores olímpicos, elementos do Rio de Janeiro e imagens que remetam a cultura norte-americana.

Os desenhos,  que serão avaliados por uma comissão formada por membros da Embaixada e dos Consulados, precisam atender aos seguintes critérios:

- Precisa ser original;

-  Deve combinar elementos da cultura brasileira e norte-americana  com os valores olímpicos;

- Precisa captar o espírito de cooperação entre os dois países para o sucesso dos jogos;

- Deve ser legível o suficiente para ilustrar um broche de 2cm x 2cm.

Os trabalhos serão recebidos até o dia 24 de abril.Os dois melhores desenhos serão divulgados para votação na página do Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro no Facebook  no dia 06 de maio e o resultado final será no dia 13 do mesmo mês.

O trabalho mais votado será destaque  nas mídias sociais da Missão Diplomática Americana no Brasil e usado no material promocional do Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.  O desenho também estampará pequenos broches que serão distribuídos pelos diplomatas americanos durante o evento.

No link abaixo você encontra mais informações sobre o concurso. Não deixe de participar!

Guidelines for Contest

 

Cultural Londrina recebe representante da Suny Polytechnic Institute

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Na última terça-feira (17), Tze-Teck Sim, representante da Suny Polytechnic Institute (SUNY – Poly), em Albany, Nova Iorque, esteve presente no Cultural Londrina conversando com os alunos sobre institutos de tecnologia e politécnicos nos EUA e os programas oferecidos pela instituição que representa.

Kristine Fitch, conselheira do EducationUSA, acredita que trazer representantes de Universidades do exterior ajuda a aproximar os alunos de seus sonhos e objetivos:  “Temos muitos alunos que querem estudar nos Estados Unidos e recebendo representantes de várias Universidades colocamos força nesses sonhos”

Para Laura Laurenti de Freitas, aluna do Cultural Londrina,  visitas como as de Tze-Teck Sim abrem novas possibilidades para o seu futuro: “É importante saber sobre as oportunidades que nós podemos ter lá fora. Se nós fazemos curso de inglês, se nós temos essa oportunidade, devemos nos informar sobre essas universidades”.  Aos 15 anos, Laura estuda inglês há três. O Objetivo? Ganhar o mundo!  “A maioria  das pessoas faz inglês por causa da mãe, do futuro, do trabalho… Desde os sete anos eu dizia pra minha mãe que queria fazer inglês e viajar. Não é só dinheiro, sucesso, status… é questão de aprender sempre, de poder viajar, conhecer pessoas novas, novos lugares…”.

Sobre a Suny Polytechnic Institute

A SUNY – Poly foi recentemente reconhecida pela National Science Foundation como uma das melhores universidades no país para pesquisa e desenvolvimento financiados por empresas e negócios. De acordo com Tze-Teck Sim, atualmente a SUNY – Poly conta com dez alunos brasileiros.

 

Faculty Development Program – Texas

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As professoras Mariana Sucena, Erika Oya e Cláudia Furtado estiveram entre os 56 educadores que participaram do Faculty Development Program especialmente desenvolvido para os Centros Binacionais do Brasil e oferecido pelo Texas International Education Consortium em Austin, Texas.

Confira os depoimentos delas sobre essa experiência única:

(Cláudia Furtado) No ano passado, a Casa Thomas Jefferson selecionou três professores para participarem de um programa de desenvolvimento profissional em Austin, Texas. O programa foi idealizado pela Coligação dos Centros Binacionais do Brasil em parceria com a Embaixada Americana em Brasília e tem como objetivo dar oportunidade aos professores de conhecerem diferentes contextos de ensino de línguas (ensino regular em escolas públicas, aulas de inglês para imigrantes, aulas de outras línguas nas escolas regulares, escolas bilíngues, faculdades, etc.), de ampliarem seus conhecimentos e de se situarem melhor no contexto do ensino de línguas.

Tendo sido uma das professoras selecionadas para participar desse curso, passei duas semanas intensas, mas maravilhosas, em companhia de mais 55 professores de outros Centros Binacionais. Foram visitas educacionais e culturais, palestras e aulas que nos faziam pensar sobre como é dar aula em diferentes contextos e como damos aula nas nossas escolas.

Gostaria de compartilhar um aspecto que me chamou atenção. O fato dos alunos se orgulharem de estudar onde estudam me fez pensar sobre como esse sentimento é importante no processo de ensino aprendizado. Por toda a escola há cartazes lembrando qual comportamento se espera de um aluno que estuda ali. Isso acontece porque respeito e atitudes éticas são de suma importância. Nesse contexto, a escola valoriza não só as relações professor/aluno(s), mas também aluno(s)/aluno(s), construindo um senso de comunidade, e gerando um ambiente que facilita o aprendizado.

Portanto, nem sempre a chave do aprendizado está no conteúdo ou como ele é transmitido. Muitas vezes, um ambiente acolhedor onde há respeito e interesse real entre os participantes do processo multiplica as oportunidades de aprendizagem.

(Erika Oya) Austin é a capital do estado norte-americano do Texas. É sede da Universidade do Texas e a quarta cidade mais populosa dos Estados Unidos. É conhecida como a “Capital Mundial da Música ao Vivo” devido ao grande número de músicos e clubes de música ao vivo existentes na cidade.

Participar do programa de desenvolvimento profissional para professores de inglês em Austin foi uma experiência muito enriquecedora. O grupo era formado por 56 professores de inglês de Centros Binacionais de todo o Brasil, sendo 3 professores da Casa Thomas Jefferson. O programa ofereceu uma grande variedade de atividades, que incluíram palestras, visitas às escolas e visitas culturais, encontros com professores de inglês de outros países, aulas e apresentações. As aulas envolveram muita discussão sobre a prática do ensino reflexivo e explanações sobre o sistema educacional americano. Sem dúvida, um dos pontos mais altos de todo o programa foi a possibilidade de visitar as escolas e poder observar professores em situações do dia-a-dia. Não somente o sistema, mas o senso de comunidade que envolve cada escola é muito diferente do Brasil: os pais são participantes ativos dos acontecimentos acadêmicos e as salas de aula são decoradas com o objetivo de criar uma atmosfera de ensino confortável e propícia ao aprendizado.

(Mariana Sucena) Em janeiro deste ano, tive o prazer de representar a Casa Thomas Jefferson ao participar do Faculty Development Program, em Austin (Texas-US). O programa foi especialmente desenvolvido para os Centros Binacionais do Brasil e oferecido pelo Texas International Education Consortium a 56 professores brasileiros. Idealizado e financiado pela Embaixada dos Estados Unidos da América, pela Casa Thomas Jefferson e pela Coligação dos Centros Binacionais do Brasil, o programa proporcionou aos professores brasileiros uma série de oportunidades de estarem em contato com a cultura americana. Durante duas semanas, os professores participaram de workshops e palestras educacionais e visitas a diversos tipos de escolas que oferecem inglês para estrangeiros, além de uma vasta programação cultural. Ao final, todos os professores apresentaram um plano de ação para desenvolverem em suas binacionais no Brasil.

As visitas a diversas escolas visavam dar aos participantes uma visão de como o inglês e outras línguas são ensinados. Visitamos escolas de ensino fundamental, médio e até faculdades, todas públicas e muito bem equipadas. O governo americano prioriza a educação, dando a todo o cidadão em solo americano, legal ou não, o direito ao ensino.

Uma das coisas que me marcaram ao visitar escolas americanas foi o fato de os pais serem engajados na vida escolar dos filhos, se voluntariando nas atividades escolares em benefício de todos. Dessa maneira, a escola tem os pais como aliados que fielmente contribuem com conhecimento, ações, ideias, e, especialmente, tempo, que é raro nos dias de hoje.

Durante o intenso programa, estava previsto um fim-de-semana com uma família americana para que os participantes tivessem um contato real com a cultura americana. Eu tive o prazer de estar em companhia de duas professoras aposentadas que se dispuseram a me levar a restaurantes e a visitar duas cidades históricas, vizinhas a Austin – Brastrop e San Antonio. Foram dois dias de passeios com as minhas hostesses, que não mediram esforços em contar histórias e fatos interessantes sobre o Texas.

Durante o programa, conheci pessoas fantásticas, tive ótimos palestrantes, convivi com os incansáveis realizadores e organizadores do projeto, dividi experiências com os outros 55 professores de binacionais brasileiras, conheci costumes de diferentes nacionalidades conversando com pessoas que estudavam inglês na instituição onde o projeto ocorreu e interagi com simpáticos moradores de Austin. Enfim, foi uma experiência que certamente me enriqueceu como pessoa e como profissional. Seguidamente, aproveito momentos de minhas aulas para dividir com os alunos aspectos culturais que considero fundamentais quando se aprende uma língua estrangeira.

À Casa Thomas Jefferson e à Embaixada Americana agradeço a excelente oportunidade que tive, e faço votos para que o projeto continue, a fim de proporcionar aos meus colegas de profissão a mesma experiência cultural gratificante de que tive o prazer de desfrutar.

Encontros entre Brasileiros e Norte-Americanos no Século XIX

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Entre 1822 e 1889, o Brasil teve dois imperadores e os EUA dezoito presidentes. Em 1815, sete anos após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro, o príncipe regente D. João assinou decreto criando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, legalizando, assim, o fim da condição colonial do Brasil. Navios mercantes norte-americanos já frequentavam os portos do Recife, Rio de Janeiro e de Salvador, cidades onde foram abertos consulados para atender às tripulações e a requisitos burocráticos. Os EUA, que defendiam a autonomia do continente americano, foram os primeiros a reconhecer a independência do Brasil de acordo com a doutrina Monroe, contrária às pretensões colonialistas europeias.

Em maio de 1824, Silvestre Rebello foi nomeado Encarregado de Negócios de Sua Majestade Imperial em Washington. Ao mesmo tempo, Condy Raguet, cônsul americano no Rio de Janeiro, assumiu a Encarregatura de Negócios com instruções para incrementar o comércio entre os dois países, pois a Inglaterra, parceira estratégica de Portugal, desfrutava de privilégios comerciais devido à antiga aliança luso-britânica. Até a Proclamação da República, o Brasil teve dezesseis encarregados de negócios e ministros chefiando a delegação em Washington, e os EUA foram representados em nosso país por dezessete diplomatas.

A Guerra de Secessão, entre 1861 e 1865, teve repercussões no Brasil e nas relações entre os dois países. Simpatizantes brasileiros, proprietários de escravos e latifundiários, manifestaram seu apoio à causa sulista apesar do governo imperial ter declarado neutralidade no conflito. Alguns navios confederados fundearam em portos do Maranhão, Pernambuco e Bahia em busca de reparos e abastecimento de carvão e alimentos, gerando protestos do governo da União. Ao término da Guerra de Secessão, alguns milhares de confederados e suas famílias, procedentes dos estados do Alabama, Texas, Mississipi, Tennessee, da Louisiana, Virginia, Georgia, dentre outros, embarcaram em pequenos vapores rumo aos portos de Belém, Vitória, Santos e do Rio de Janeiro. Tentavam recomeçar a vida, e muitas centenas atenderam ao convite do Imperador D. Pedro II, que, interessado em desenvolver a cultura do algodão e povoar áreas desabitadas, oferecia incentivos fiscais e subsídios para custear a viagem.

Embora a grande maioria dos confederados instalados em comunidades como Santarém, Linhares e Iguape tenha retornado aos EUA após penosos anos de adaptação ao clima e meio ambiente, a maior e mais importante comunidade de descendentes está localizada em Americana e Santa Bárbara do Oeste, no estado de São Paulo.

Em 1876, D. Pedro II, Imperador do Brasil, visitou os EUA e, na Philadelphia, em companhia do presidente Ulysses Grant, abriu oficialmente a exposição comemorativa do primeiro centenário da independência americana. Lá, conversou com Thomas Edison e Alexandre Graham Bell, que demonstrava sua nova invenção, o telefone. Ao experimentá-lo, D.Pedro II não conteve o entusiasmo e exclamou: “My God! It speaks!“ O Brasil foi um dos primeiros países do mundo a ter um telefone, instalado no palácio em Petrópolis. Homem culto, interessado por ciência e tecnologia, D.Pedro II percorreu os EUA durante três meses em viagens de trem, barco e carruagem. O imperador cidadão conheceu intelectuais e cientistas, visitou museus, universidades, instituições acadêmicas e foi acolhido na república democrática com expressivas provas de respeito e amizade.

por Ana Maria Assumpção

Fonte: http://goo.gl/httigj

Câmara Municipal presta homenagem aos 55 anos do CCBEU Marília

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No último dia dois a Câmara Municipal de Marília homenageou o Centro Cultural  Brasil Estados Unidos de Marília pelos 55 anos de atuação na cidade.  Camilla Zanotti, aluna do CCBEU Marília,  também foi homenageada. Camilla é semifinalista do Programa Jovens Embaixadores e vai participar  English Immersion Program USA 2015.

 

 

Diretor executivo do Cultural Londrina participa de evento em Washington

Com o tema “New Diplomacy: Building on 75 Years”,  o evento promoveu as boas práticas no voluntariado 

 

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Ely Torresin, diretor executivo do Cultural Londrina, participou do Global Ties US National  Meeting, um evento que tem como objetivo identificar, desenvolver e compartilhar novas tendências no voluntariado.

No evento, que aconteceu em Washington na primeira semana de fevereiro, os participantes tiveram contato com voluntários, líderes e especialistas que se dedicam a construir um mundo menos desigual.

Feira EducationUSA-CCBEU

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Pela primeira vez em Belém o EducationUSA-CCBEU terá a Feira EducationUSA!

Na Feira EducationUSA, alunos terão contato direto com representantes americanos e poderão se informar sobre os mais diversos tipos de programa de estudo nos Estados Unidos: cursos intensivos de inglês de curta duração, graduação, pós-graduação profissional, mestrado e doutorado.

Além disso, eles ainda poderão assistir a palestras gratuitas sobre o processo de inscrição para universidades americanas, as provas necessárias para realizar a inscrição, o processo de retirada do visto, etc.

Teremos a participação de 10 a 15 representantes de universidades norte-americanas que farão exposições de seus cursos na Galeria de Artes e Teatro do CCBEU. Todos os alunos do CCBEU e seus responsáveis serão convidados, assim como alunos de escolas de ensino médio e de universidades em Belém.


Também teremos a participação de orientadores do EducationUSA de outros BNCs, representantes da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil e da ETS (TOEFL e GRE)!

Data: Segunda-feira, 27 de abril de 2015

Local: CCBEU (Pe. Eutíquio)

Horário: 17:00 às 20:00

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Cultural Londrina marca presença em convenção no Oregon

 

SAMSUNG CAMERA PICTURESEly Torresin, diretor executivo do Cultural Londrina, e as professoras Joilse Prestes de Pádua Scalassara e Lislie Torresim de Oliveira estiveram presentes na Convenção da Associação Internacional TESOL (Teaching English to Speakers of Other Languages).

O evento, que acontece anualmente, foi realizado durante o mês de março em Portland, no estado do Oregon. Durante quatro dias, professores e estudiosos da língua trocaram conhecimentos e experiências sobre o ensino do inglês.

 

 

English Immersion USA 2014 foi um sucesso!

 

 

 

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Entre os dias 29 de junho e 4 de julho, 75 finalistas do programa de Jovens Embaixadores participaram da nona edição do programa de imersão em língua inglesa e cultura americana, o “English Immersion USA”, promovido pela Embaixada Americana e o Cultural Londrina. O evento foi realizado na pousada Água Viva, em Mauá da Serra.

Com o objetivo de oferecer aos estudantes a imersão na cultura americana por meio de atividades educativas e recreativas, o programa foi desenvolvido para potencializar as habilidades de liderança e cooperação.  Desde o lançamento, em 2006, cerca de 830 estudantes já participaram do programa de imersão.

CTJ Teachers’ Party

 


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Com o tema “A night to remember”, os professores da Casa Thomas Jefferson foram recebidos em grande estilo no evento comemorativo do seu dia especial.

Foi uma linda festa do tipo “balada”, com direito a deliciosos salgados e empratados  e vários tipos de bebidas, além de docinhos maravilhosos. O DJ tocou as músicas escolhidas pelos próprios professores, que capricharam na vestimenta para curtir a festa com seus colegas e dançaram com a mesma alegria e destreza com que ensinam seus alunos todos os dias.

A Casa Thomas Jefferson reconhece o protagonismo de seus professores no sucesso da instituição e os homenageia todos os anos com a festa. Este ano, eles foram presenteados com uma surpresa adicional: um vídeo em que vários colegas relatam a primeira experiência de que se lembram da Casa Thomas Jefferson. Foi um momento emocionante que levou muitos às lágrimas. Em seguida, a Diretora Lúcia Santos, o Presidente do Conselho David Fleischer e a Superintendente Acadêmica Isabela Villas Boas proferiram um breve discurso e parabenizaram os professores. Houve, ainda, vários prêmios doados por nossos parceiros, tais como viagem para Disney, passagem para os EUA, finais de semana em Pirenópolis e Goiânia, além de cafeteiras e iPads.

Confira o vídeo em homenagem aos professores: http://youtu.be/Mbaq8tkrYtU e as fotos da festa: http://goo.gl/zZDkLP