Estudantes da rede pública participam de imersão em língua inglesa e cultura americana

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Alunos da rede pública de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal participam da nona edição do programa de imersão em língua inglesa e cultura americana, “English Immersion USA”, promovido pela Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil, em parceria com centros de educação e cultura Brasil-EUA em Belém e Londrina. O programa é cem por cento patrocinado pela a Missão dos EUA.

Os 130 alunos entre 15 e 18 anos são semifinalistas do processo seletivo do Programa casino online Jovens Embaixadores de 2014. Todos os participantes possuem currículo acadêmico excelente, inglês fluente e engajamento social em suas comunidades. Desde o lançamento em 2006, cerca de 830 estudantes já participaram do programa de imersão.

Durante o programa, de 29 de junho a 4 de julho, os estudantes participarão de uma imersão total na cultura norte-americana como: aulas de conversação em inglês, história e geografia dos EUA, esportes populares e culinária. Todas as atividades serão realizadas em inglês para que os participantes possam desenvolver suas habilidades no idioma e aprofundar os seus conhecimentos sobre os Estados Unidos. O Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (CCBEU) em Belém receberá 54 alunos e o Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos (ICBEU) em Londrina 76.


Veículos de imprensa interessados em fazer a cobertura do “English Immersion USA” devem entrar em contato com:

 Assessoria de Imprensa da Embaixada dos EUA – (61) 3312-7367

ICBEU – Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos – Londrina – (43) 3375-9999

CCBEU – Centro Cultural Brasil-Estados Unidos – Belém – (91) 3221-6100

 

Exposição Tradição Reinventada – Américo Poteiro

 


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A Galeria de Arte da Casa Thomas Jefferson inaugurou a exposição Tradição Reinventada, do artista plástico Américo Poteiro, que estará aberta a visitação de 11/6 a 26/7. O artista é um exímio ceramista, com décadas de experiência, fiel a sua obra autoral e coerente com sua trajetória.

A bela exposição com esculturas em cerâmica faz uma homenagem ao futebol por meio da interpretação do artista plástico goiano. A peça central da mostra é uma réplica de um campo de futebol no qual os jogadores são representados por personagens imaginativas. A instalação apresenta e ressalta essa importante experiência de identidade da cultura brasileira, o futebol, um dos caminhos para desvendarmos a cultura no Brasil.

Dentro de um campo de futebol, dramatizam-se valores e aspectos fundamentais do nosso povo. As esculturas de Américo Poteiro foram produzidas especialmente para exibição em homenagem à Copa do Mundo de 2014, momento importante de celebração nacional. A mostra é inédita.

Inicialmente, Américo materializou seu talento na escultura em barro. Posteriormente, estendeu sua criatividade para a pintura em tela em pequenos e grandes formatos. Entre a escultura e a pintura, constatamos o quão engenhoso e original é o artista. O público brasiliense e os visitantes têm uma oportunidade única de conhecer essa importante amostra da arte do Estado de Goiás.

Visitação: segunda a sexta, das 9h às 21h
sábados, das 9h às 12h, até 26/7
domingos e feriados, fechada.

Local: Galeria de Arte CTJ HALL – Casa Thomas Jefferson Asa Sul – SEP Sul 706/906 Conjunto B

Programa Jovens Embaixadores está com inscrições abertas

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Estão abertas as inscrições para a décima terceira edição do programa Jovens Embaixadores. Os selecionados irão representar o país como embaixadores em um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos.

Podem participar da seleção, brasileiros entre 15 e 18 anos, oriundos de escola pública e com desempenho escolar excelente. É importante também que o candidato seja dedicado ao voluntariado e tenha boa fluência no inglês.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 08 de agosto, somente pela página dos Jovens Embaixadores no Facebook. A partir daí, os candidatos passarão por algumas etapas eliminatórias das quais restarão 37 aprovados para representar o país.

O resultado final sairá até o dia 24 de outubro. Acesse o link e confira mais informações sobre o processo seletivo: http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/enroll.html

Encerramento do curso “Hello, Brazil!”

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No dia 9 de junho houve a formatura da última turma do curso “Hello, Brazil!’ na filial Asa Sul. Estavam presentes no evento a professora da turma, Betsey Neal, e os coordenadores adjuntos Regina Lopes e Elton Carvalho. Na ocasião os alunos puderam compartilhar as conquistas pessoais e profissionais que tiveram desde que ingressaram no curso. Todos eles afirmaram que pretendem dar continuidade aos estudos da língua inglesa.

 

Os alunos receberam o diploma de conclusão do curso e houve o sorteio de uma bolsa de estudos integral até o término do curso Top Flex para um dos alunos presentes. O sortudo foi Telmo Lopes Pereira, que ficou radiante com a oportunidade de seguir estudando conosco na Casa Thomas Jefferson.

14th Braz-Tesol International Conference

 

Casa Thomas Jefferson no BrazTESOL

O Braz-Tesol – maior associação de professores de Inglês do Brasil – organiza, a cada ano, uma conferência internacional que é um dos maiores eventos relacionados ao ensino e à aprendizagem da língua inglesa no país. Em 2014, com um público superior a setecentos participantes, a conferência foi realizada em João Pessoa, PB, entre os dias 30 de abril e 03 de maio de 2014.

A Casa Thomas Jefferson, uma das instituições brasileiras que mais contribuíram com apresentações no evento, enviou nove educadores para participar e apresentar trabalhos. Os temas escolhidos pela equipe da Casa Thomas Jefferson, entre os quais de destacaram o uso do design educacional no ensino de línguas, a realidade aumentada e seus usos em sala de aula, a importância da interculturalidade no mundo atual, as características que as novas gerações de professores apresentam no ambiente de trabalho e o ensino de línguas para deficientes auditivos, foram não somente atuais como também socialmente importantes.

As apresentações feitas pela equipe CTJ atraíram um grande número de participantes e foram bastante elogiadas. Além disso, o evento ofereceu uma ótima oportunidade para que os integrantes da Casa pudessem assistir a uma grande variedade de palestras, workshops e sessões plenárias, se atualizar com relação aos mais relevantes assuntos teóricos e práticos na área de atuação docente e desfrutar de apresentações extremamente enriquecedoras. Outro ponto positivo a respeito do Braz-Tesol é que o evento permitiu ainda uma troca entre profissionais e autores de diversas partes do Brasil e do mundo, o que também contribui para que os profissionais da Casa Thomas Jefferson continuem a buscar desenvolvimento e crescimento profissional, fazendo com que a Casa se mantenha como referência no ensino da língua inglesa.

Inauguração do CTJ Hall South – Espaço Cultural na Casa Thomas Jefferson Asa Sul

 

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A Casa Thomas Jefferson, desde sua criação em 1963, estimula em seus alunos, familiares e na comunidade em geral o interesse e a apreciação por produções culturais de elevado padrão artístico. A importância da cultura na vida dos jovens torna essencial a articulação acadêmica com a música, as artes plásticas, a cidadania e a responsabilidade social e ambiental. A missão da Casa Thomas Jefferson ultrapassa em muito o inestimável ensino da língua inglesa. O processo educacional inclui relevantes oportunidades para a obtenção de conhecimentos que muito contribuirão para o fortalecimento de valores humanísticos e a harmoniosa inserção dos alunos em uma sociedade que preza o multiculturalismo.

A Casa Thomas Jefferson oferece ao público brasiliense eventos culturais envolvendo as ricas e variadas dimensões das manifestações artísticas brasileiras, bem como a possibilidade de conhecer o talentoso trabalho de artistas e músicos americanos e de diversos outros países. Por meio das artes visuais, aguçamos nossa sensibilidade, desenvolvemos a imaginação e a percepção. Produções musicais eruditas e populares são constantes em nosso calendário cultural. A longa e bem sucedida história da Casa Thomas Jefferson é realçada há cinco décadas por incontáveis concertos de música de câmara, jazz shows, espetáculos musicais, exposições de artes plásticas, seminários educacionais e palestras. A relação estreita e amistosa com músicos, artistas, intelectuais e educadores abre as portas de nosso Centro Binacional para o mundo que nos cerca.

É com grande satisfação que inauguramos o CTJ Hall South, na unidade Asa Sul da Casa Thomas Jefferson, em 7 de maio de 2014. Encontram-se à mostra do público as obras da artista plástica Alessandra Teles, com belas pinturas que apresentam uma leitura contemporânea da cultura dos índios Karajá. O grupo musical Ted Falcon & Gypsy Jazz Club apresentou um belo concerto. Trata-se de um magnífico projeto, com primorosa acústica, tecnologia em som, iluminação e projeção, e confortáveis nstalações, onde nosso fiel e exigente público e artistas são acolhidos. A Galeria de Arte, com novo visual, e o Anfiteatro, no segundo andar, integram o espaço cultural de nossa instituição, que tem o privilégio, ao longo de tantos anos, de fomentar e difundir, com alegria e entusiasmo, arte e cultura na capital do país.

Ex-Aluno do Cultural Londrina conta como o inglês foi decisivo na sua vida profissional

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Saulo Veronesi tem 28 anos, é formado em Sistema da Informação e trabalha como Engenheiro de Software na sede da Microsoft.
Saulo foi aluno do Cultural Londrina dos 9 aos 18 anos e hoje nos conta sobre como o inglês contribuiu para a sua vida profissional.

Onde o aprendizado do inglês te levou?
Bem, eu não teria conseguido chegar onde eu estou hoje, o emprego que eu tenho… Minha vida não seria nada se eu não tivesse aprendido inglês.

Qual a sua formação?
Sou formado em Sistema de Informação.

Onde você trabalha atualmente?
Eu trabalho na Microsoft. Hoje eu moro em Redmond, nos Estados Unidos, onde fica a sede da Microsoft.

O que você faz lá?
Eu sou um engenheiro de software. Eu trabalho no Office Online, que é um produto da Microsoft, ou seja, o Office na internet. Eu sou o engenheiro desse time.

No que consiste o seu trabalho? Conte um pouco da sua rotina.
Nós, do Office Online, somos responsáveis por manter o serviço do Office na internet. Eu trabalho, mais especificamente, em um time de teste. Nós cuidamos de toda a parte monitoramento, coletar dados de usuário, monitorar como esse serviço está se comportando, manutenção desse serviço… Fazemos muitos testes, o meu dia-a-dia é muito técnico. Somos um time bem grande pra cuidar desse serviço que é mundial, temos muitos usuários. É uma infraestrutura bem robusta para suportar esse serviço.

O que te levou a querer aprender inglês?
Eu sempre gostei do idioma, mas meu pai… Acho que ele teve uma visão do futuro. Ele fez de tudo para eu estudar inglês, já visando a minha carreira lá na frente. Conforme o tempo foi passando, eu fui percebendo a importância do inglês para a vida. Com 12 ou 13 anos ,quando a minha cabeça estava se moldando, eu cultivei esse sonho de ir morar fora. O inglês foi essencial.

Sem o inglês, você estaria na Microsoft?
Hoje, sem o inglês eu não entraria na Microsoft. O próprio currículo tem que ser em inglês… Todas as entrevistas, o processo seletivo inteiro é em inglês. A empresa se comunica basicamente nesse idioma. Mesmo em uma filial no Brasil a comunicação interna é feita em inglês.

Trabalhar na Microsoft tem sido a realização de um sonho?
O trabalho lá é formidável. Às vezes eu fico até sem palavras para descrever. O ambiente, em si, já é espetacular. O campus é muito grande, tem mais de 90 prédios, são 40 mil funcionários só nesse campus. É arborizado, tem lago, trilhas para caminhada… Eu tenho minha própria sala, refrigerante o dia todo! Estou brincando… Mas é bem legal. Estar lá é a realização de um sonho!

Já encontrou o Bill Gates? Ele é acessível?
Ainda não tive a oportunidade de encontrar o Bill Gates, infelizmente… Gostaria muito, mas ele se afastou da empresa. Agora é que ele está retornando as atividades. Ele até afirmou que vai usar um terço do seu tempo para a empresa, mas é bem difícil encontra-lo. Quem sabe um dia eu consiga mobile casino realizar esse sonho de apertar a mão dele.

Você conseguiria eleger um dia, uma ocasião especial em que você percebeu que o seu esforço valeu a pena?
O dia em que eu cheguei nos Estados Unidos foi muito marcante pra mim. Quando criança, o sonho de viajar para fora era muito distante. O dia que eu cheguei lá com a minha esposa… Nós chegamos ao aeroporto e de lá fomos para uma casa temporária que a Microsoft providenciou pra gente. Eu entrei na casa e comecei a chorar, porque foi à realização de um sonho. Tive uma vida tão regrada, as conquistas foram tão suadas e quando eu entrei naquele apartamento eu tive uma sensação de alívio, de conquista. Esse momento foi muito marcante para mim.

Do que você sente saudades no Cultural?
Eu me lembro de vários momentos interessantes… Eu me lembro de alguns Flea Market ali no estacionamento, era bem divertido! Era muito legal a interação com os pais e alunos. O Cultural sempre buscou trazer a família para dentro da escola. Eu sempre me diverti muito no Cultural.

Valeu a pena todo o esforço, Saulo? 
O estudo inglês nem sempre é fácil. É um processo longo, às vezes um pouco sofrido… Mas lá na frente, quando você realiza o seu sonho profissional, vê que vale a pena. O inglês foi essencial na minha vida, ainda está sendo. Não adiantaria nada eu saber tudo que eu sei, tecnicamente, se eu não soubesse inglês. O Cultural me deu todas as ferramentas para dar esse passo na minha vida profissional.

Professor do Cultural Londrina faz doutorado na Austrália

O professor Lucas Moreira dos Anjos Santos

O professor Lucas Moreira dos Anjos Santos

O professor de inglês Lucas Moreira dos Anjos Santos hoje reside em Melbourne, na Austrália, e é doutorando em Educação pela Monash University. Uma conquista que só foi possível por meio de muito trabalho e dedicação.

Lucas é formado em Letras pela Universidade Estadual de Londrina e Mestre em Estudos da Linguagem pela mesma instituição. Em 2012, ainda no mestrado, o jovem se candidatou ao edital oferecido pela Capes para estudantes brasileiros interessados em realizar seu doutorado em centros de excelência no exterior. Seu projeto foi selecionado entre candidatos do Brasil inteiro. Isso foi só o começo! Lucas iniciou o processo para ser aceito pela Universidade Australiana, além de providenciar o visto de estudante e os documentos exigidos pela Capes.

Aceito na Universidade Australiana e com sua bolsa de estudos aprovada, em dezembro de 2012 Lucas embarcou rumo à Austrália. Ele conta que, apesar da saudade dos amigos e da família, a adaptação foi rápida. As impressões sobre o novo país são as melhores possíveis: “O que eu mais gosto na Austrália está relacionado à sua infraestrutura e beleza natural. Coisas básicas como ruas sem buracos, inúmeras rodovias que cortam a cidade e te permitem chegar com rapidez aos lugares, transporte público pontual e eficiente são alguns exemplos”.

Sem dúvidas, essa trajetória acadêmica não teria sido a mesma sem empenho e dedicação. Lucas, que é aluno do Cultural desde o básico, sabe que ser fluente na língua inglesa também foi importante para o seu sucesso. “Não é um exagero dizer que o inglês me abriu muitas portas. Profissionalmente, se tornou minha ferramenta de trabalho como professor. Academicamente, saber inglês me permitiu conseguir uma bolsa para estudar em um centro de excelência de Educação na Austrália. Os desafios de usar a língua em contextos acadêmicos sempre existem, mas ser capaz de ler, escrever e interagir em língua inglesa fluentemente é certamente uma conquista e tanto!”

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